Os medicamentos biossimilares, fármacos biológicos não protegidos por patente, permitiram poupar numa década mais de 140 milhões de euros ao Estado, mas segundo a Associação de Medicamentos Genéricos e Biossimilares, o seu uso permanece aquém do “pleno potencial”. A Associação de Medicamentos Genéricos e Biossimilares (Apogen), presidida por Maria do Carmo Neves, reforça em comunicado que os biossimilares já são amplamente usados em outras patologias autoimunes e crónicas, nomeadamente na diabetes, na oncologia, nas perturbações do crescimento ou na psoríase, "tendo demonstrado uma elevada qualidade, eficácia e segurança".
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