A Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) refere que a meta de colocar 2.500 bombas de insulina automáticas até final do ano não será cumprida e insistiu na necessidade de agilizar o processo. O presidente da APDP, José Manuel Boavida, ouvido na comissão parlamentar da Saúde, defendeu que o sistema deveria passar pelas farmácias, lembrando que os concursos públicos atrasam todo o processo e lamentou a situação atual.
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