“Os doentes com doença arterial periférica apresentam elevadas taxas de morbilidade cardiovascular, sendo neles o risco de desenvolvimento de fibrilhação auricular, acidente vascular cerebral, enfarte agudo de miocárdio, muito mais elevado que na população em geral”. Leia o artigo de opinião da autoria de Isabel Lavadinho, assistente Hospitalar Graduada de Medicina Interna e diretora do Serviço de Medicina Interna do Hospital Dr. José Maria Grande (Portalegre), da Unidade Local de Saúde do Alto Alentejo.
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