Opinião
Leia o artigo de opinião da autoria de José Manuel Boavida, presidente da Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP), sobre as expectativas e resoluções na entrada neste novo ano. "Para 2025 a APDP desafia os decisores políticos a olharem para a saúde com outra lente: a lente da antecipação. Se o futuro pode ser melhor, por que esperar? As sucessivas notícias sobre o alarmante aumento do número de pessoas com diabetes têm de parar."
Cláudia Farinha, oftalmologista na ULS de Coimbra, enfatiza a importância do diagnóstico precoce e da prevenção, pois, em Portugal, cerca de 250 mil pessoas já convivem com RD, e muitas delas apresentam perda de visão significativa. Segundo a especialista, controlar a glicemia e manter exames oftalmológicos regulares são medidas essenciais para evitar a progressão da doença e reduzir o risco de cegueira. Leia o artigo de opinião.
"A diabetes é uma condição crónica que afecta milhões de pessoas em todo o mundo. A gestão eficaz da diabetes requer monitorização constante dos níveis de glicose no sangue, uma tarefa que pode ser desafiante e, por vezes, exaustiva. No entanto, com os avanços na tecnologia, especialmente na inteligência artificial (IA), a monitorização contínua da glicémia tornou-se mais acessível e precisa, oferecendo novas esperanças para as pessoas com diabetes". Leia o artigo de opinião da autoria de José Medeiros de Almeida, Microsoft Senior Technical Engineer e sócio da Associação Giro HC.
“A inteligência artificial (IA) permite otimizar e personalizar o algoritmo reativo, de forma que os ajustes na infusão de insulina sejam feitos de uma forma cada vez mais ajustada à pessoa em causa”, reflete Miguel Melo, especialista em Endocrinologia na ULS de Coimbra, neste artigo de opinião sobre o papel da IA no controlo da diabetes.
Leia o artigo da autoria de Miguel Melo, do Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo, da ULS de Coimbra, sobre neoplasia endócrina de baixo risco. Será que há uma resposta certa?
“Os doentes com doença arterial periférica apresentam elevadas taxas de morbilidade cardiovascular, sendo neles o risco de desenvolvimento de fibrilhação auricular, acidente vascular cerebral, enfarte agudo de miocárdio, muito mais elevado que na população em geral”. Leia o artigo de opinião da autoria de Isabel Lavadinho, assistente Hospitalar Graduada de Medicina Interna e diretora do Serviço de Medicina Interna do Hospital Dr. José Maria Grande (Portalegre), da Unidade Local de Saúde do Alto Alentejo.
Joana Tavares Ferreira, assistente Hospitalar Graduada da ULS Santa Maria e professora da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, é a autora deste artigo de opinião que alerta para o facto da retinopatia diabética ser a complicação oftalmológica microvascular mais comum da diabetes mellitus.
Leia o artigo de opinião da autoria de Rita Machado de Oliveira, co-Investigadora principal do grupo Metabolic Disease Reasearch Group (MEDIR), sobre o papel emergente dos exossomos. "A nossa janela de oportunidade para assegurar cuidados mais eficientes e sustentáveis na gestão da diabetes é agora. A investigação e os ensaios clínicos serão cruciais para usar o potencial das vesículas extracelulares em tratamentos seguros e eficazes", salienta.
A propósito do Dia Europeu dos Direitos dos Doentes, assinalado a 18 de abril, Carlos Oliveira, presidente da Associação Portuguesa de Pessoas que Vivem com Obesidade (ADEXO) e José Silva Nunes, presidente da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade (SPEO), fazem uma reflexão "sobre as muitas batalhas enfrentadas por aqueles que lidam com doenças crónicas, nomeadamente a obesidade". Leia o artigo de opinião.
A diabetes mellitus tipo 2 (DM2) é uma doença com elevada taxa de morbimortalidade e de difícil gestão. A sua prevenção pretende-se precoce, idealmente desde a idade infantil, ainda que isto não aconteça. As recomendações atuais para a prevenção pouco mudaram em relação ao que se conhecia até agora. Continua-se a preconizar a procura e a definição do risco de evolução para a DM2. Definido que esteja esse risco, há que agir em conformidade. Fique a par da perspetiva de Fátima Pinto, especialista em Medicina Interna, no Hospital da Horta.
